Toda inovação traz consigo marcas do passado, no campo pessoal ou profissional. Algumas delas deixam cicatrizes e hábitos que dificilmente podem ser esquecidos.

Antigamente, existiam empresas que se caracterizavam pelo “ter”

tinham um olhar vertical dos negócios e os ganhos vinham em uma mão única, ou seja, a palavra participação nos lucros da empresa não existia, e somente os donos “majoritários” viam a cor do dinheiro. Visavam lucros massivos com horas estendidas de trabalho, onde os grandes empresários nem sabiam os nomes de seus funcionários, pois o importante era trabalhar, produzir, vender bem e lucrar muito. O sujeito trabalhador sofria uma espécie de objetificação.

Para exemplificar, vamos falar sobre “Tempos Modernos“, um filme muito conhecido que mostra o sistema de trabalho capitalista e desumanizado. Na época do famoso cinema branco e preto, lá no início dos anos 30, o personagem representado por Charlie Chaplin era um trabalhador que sofria a dura realidade dos “operários”, os quais trabalhavam arduamente e desumanamente, isolados numa fábrica, para sobreviver, dentro do modelo de regime capitalista de produção massiva.

Chaplin mostra ironicamente e com detalhes de como esse modelo teve seu auge ao estourar o processo de urbanização e industrialização, atingindo muitos trabalhadores desempregados que tinham condições mínimas para sobreviver. O trabalho era repetitivo e desgastante, e essas eram práticas a que muitas pessoas se submetiam por não terem outra escolha e por desconhecimento de vias alternativas.

Tudo naquela época era complicado e duro de vivenciar. Os funcionários não tinham voz ativa para expor seus mínimos desejos e eram considerados nada mais que números producentes. Pois é, há ainda quem queira viver dentro dessa prática antiga e atroz, bloqueando expectativas e inibindo os sonhos dos que queiram mudar e construir um modelo mais humano para o trabalho.

Até bem pouco tempo atrás, algumas empresas, de todos os portes, não se interessavam pelas histórias pessoais de cada colaborador, não conheciam a grande capacidade humana que ali estava, diante do nariz, e que fazia parte da grande força de trabalho. Muitas vezes desconheciam suas rotinas, não se preocupavam por conhecer seus interesses, gostos e preferências, ou, até mesmo, o tempo que seus colaboradores levavam para chegar ao trabalho. Vamos mais longe, onde até os próprios “chefes” não distinguiam os rostos dos funcionários. Fora da “firma”, podiam ser meros desconhecidos. Não reconheciam que as pessoas que ali estavam, todos os dias, também tinham suas dificuldades e sonhos. Muitas vezes, a desculpa da falta de tempo de muitos chefes não permitia a mudança deste cenário desmotivador, gerado pelo trabalho repetitivo e sem significado.

Essas são práticas que muitos líderes visionários e progressistas não querem experimentar e, indo além, desejam, com toda dedicação e entusiasmo, mudar efetivamente!

Hoje as empresas têm novas perspectivas de melhorar o cenário desmotivador que promove o trabalho sem significado.

Você tem novas expectativas! Sua empresa tem novas metas e foca resultados significativos não somente para você, mas para as pessoas envolvidas, de forma geral.

Você, como líder, quer conhecer sua equipe, sabe que essas pessoas somam força de trabalho, constroem traços mais humanos e portam valores com capacidade de contribuição.

Muitos empresários que apoiam um novo sistema de motivação querem atuar em prol da humanização dos seus negócios e protagonizar também o “ser” nas suas empresas. Ao trabalhar melhor as emoções dos seus colaboradores, para que o desgosto ou a dificuldade em realizar algum trabalho não seja só expressado por “emojis”, muitos líderes ajudam a descobrir e a pensar em como o trabalho pode despertar sentido e significado. Isso é capaz de causar um contentamento produtivo, do qual os colaboradores vendem a sua marca, não apenas como o “mínimo”, para garantir o salário no fim do mês, mas sim como algo que gere bem-estar e prazer aos clientes.

Vamos nos aprofundar nesse tema com exemplos? Poderíamos falar sobre humanização dos negócios através do exemplo da empresa Google, uma empresa multinacional de serviços online e software.

A Google se mostra preocupada com a gestão humanizada e busca a construção constante de um modelo de cultura empresarial cujo colaborador seja um dos principais protagonistas.

Usando as ações relacionadas ao Live Marketing – feiras, eventos, congressos, ativações, blitz, shows, entre outras – para atrair a atenção do público, a Google oferece experiências memoráveis tanto para clientes quanto colaboradores. Constroem e acreditam que, juntos, eles têm a capacidade para serem mais que meros executores e cumpridores de orientações, mas uma equipe criativa, compartilhando sonhos em tempo real.

Não devemos ter dúvidas de que o fator humanização vem ganhando cada vez mais destaque hoje. Esse é um movimento que veio para equilibrar a balança e fazer com que as organizações contribuam mais diretamente para a melhoria de aspectos importantes na cultura da sociedade. E isso dá um baita gás na gente, não é mesmo? Dá vontade de conhecer e fazer parte dessa realidade que chegou para ficar.

De fato, sabemos que essa cultura humanizada já é vivida por muitas empresas que querem reproduzir esse modelo no mundo, mas algumas ainda encontram inúmeras pedras no caminho e companheiros empreendedores que insistem em aplicar o modelo desumanizado do passado; são eternos admiradores das práticas de “Tempos Modernos”.

É importante reconhecer que os negócios são bem mais que uma simples transação comercial, eles são constituídos de vidas que se encontram e se completam. Afinal de contas, essas vidas estão em constante busca do equilíbrio com o trabalho significativo e a realização pessoal, proporcionando a si mesmos satisfação e realização.

Muitas empresas que reconhecem isso buscam encontrar pessoas que tenham o mesmo objetivo: a humanização. Gente capaz de contribuir com seus negócios. Gente adequada para suas ações de Live Marketing. Gente que esteja disposta a fazer a diferença. Onde encontrar essa gente? Para te ajudar com isso, nasceu o Izy Job.

Acesse o portal www.izyjob.com.br, cadastre as suas vagas e gerencie todo o seu processo de recrutamento e seleção. Lá você pode oferecer oportunidades de emprego para quem procura trabalhos temporários, e encontrar as pessoas certas, graças aos filtros inteligentes. Otimize seus processos, desfrute da tecnologia a seu serviço, e tenha tempo para humanizar as suas relações. E aí, você topa entrar nessa empreitada da humanização dos negócios? Então, entre no portal www.izyjob.com.br e faça parte desse time. É fácil! É Izy Job!

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